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O que as pessoas querem

Existe um livro publicado há muitos anos, que é um best-seller mundial. Seu autor é Dale Carnegie. O nome deste livro é “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”.

A primeira vez que li esse livro foi há 22 anos atrás, uma edição de 1964, que era do meu pai. Perdi este exemplar, talvez no meio das muitas mudanças de endereço que já fiz.  Entretanto, os ensinamentos do autor ficaram e mudaram minha forma de lidar com pessoas.

Dale Carnegie nos ensina que o segredo da influência é compreender as motivações alheias, saber o que as pessoas querem. De modo geral, explica que, ao contrário do que normalmente fazemos, devemos nos esforçar ao máximo para ajudar aos outros para que consigam o que querem.

Parece uma fórmula simples, mas sua aplicabilidade é muito difícil. Simplesmente porque somos tão egoístas e auto-centrados que não conseguimos fazer isso. Nos relacionamentos preocupamo-nos tanto no que queremos, que esquecemos que os outros estão tão interessados em nós quanto um gato em tomar banho.

Dale Carnegie fez sucesso com o livro e milhares de pessoas fizeram mais sucesso ainda aplicando o que ele ensinou, principalmente quem trabalha em profissões em que a influência com pessoas é crítica. Como a área de vendas e negócios de modo geral.

Outra lição importante diz respeito à crítica. Neste sentido, o livro nos ensina em como muitas vezes a crítica aos outros é o melhor modo de conseguir inimizades e destruir relacionamentos, inclusive, e, principalmente, nos casamentos.

Homens de negócios famosos, e vendedores bem-sucedidos, aplicam há dezenas de anos a sabedoria que Dale resume em seu livro. Vou exemplificar contando uma história verídica que aconteceu com um dos homens mais ricos do início do século XX. Este homem constantemente ouvia reclamações de sua irmã, que não conseguia fazer o filho responder às suas cartas. Ela estava apreensiva pensando se alguma coisa havia acontecido ao filho. Ele, então, disse à irmã que conseguiria uma resposta. Enviou uma carta ao sobrinho perguntando se estava bem, que não tinha notícias etc. E, no final, dizia: “…estou também mandando, junto a esta carta, um cheque para você descontar e fazer algumas compras…” Mas, espertamente, não colocou o cheque. O sobrinho não demorou muito a responder: “Querido tio, estou muito bem e mande notícias minhas à mamãe… mas, por algum motivo, o cheque não veio junto com a carta.”

Esse empresário, assim como Dale Carnegie, conhecia o que as pessoas querem. Por isso os dois tiveram tanto sucesso na vida.

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